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Retrospectiva 2012

retro_2012

 

Já que todo mundo tá falando sobre o que passou, o que fez em 2012, resolvi tb falar.

Sinceramente, achei que 2012 ia ser uma merda por causa do acontecimentos de 2011, maaaas ainda bem que eu tava errada! 2012 foi realmente o ano que o mundo acabou. Meu antigo mundo. Aquele chato, sem vida, sem cor, sem amigos, sem felicidade. Esse ano foi realmente um ano de mudanças, de mandar todo mundo que me fazia mal à merda.

Em 2012 eu pulei do Hadikali (mesmo morrendo de medo igual a uma molérzinha), fui pra paulista protestar contra os mau tratos aos animais (e não esqueci os casos Lobo, da Yorkishire, etc), fiz o tcheretchetche com o Gusttavo Lima e você ao vivo, vi o carnaval de São Paulo no Sambódromo, mas fiquei triste porque perdi o desfile da Mancha Verde =/.

Atraí chuva para todos os jogos do Santos, inclusive aquele dilúvio inesquecível no Pacaembu contra o Juan Aurich. Sabe quando até seus órgãos ficam molhados? Pois é. Vi um capacete voar pro campo na Vila Belmiro no jogo da LIbertadores contra a gambazada. Desejei #FelizAnoNovoSheik e vi ele humilhar o Santos (fdp ¬¬’). Comemorei o centenário do Santos na sede da Torcida Jovem e em Santos. Foi aí que eu conheci as pessoas mais lixo que se pode conhecer. Amigos que todos deveriam ter. Aqueles que o lema é “A ZOERA NÃO TEM LIMITES”. Ah sim.. no centenário também quase ficamos sem teto, sem banho hahaha.

Com esses amigos eu descobri que todo rolê dá problema. Que amigos é a família que você escolhe (#FamiliaSNS <3). Amigo é aquele que te chama de fdp e não aquele que é fdp com vc.

Também “reencontrei” velhos amigos. Tão velhos que posso dizer que são da Era Orkut, literalmente. Família Crepúsculo, Família Kazebre, Família Restart. Não. Pera. Desfiz amizade com muitos “amigos” porque eles não aguentam zoeira. Soube que não se pode zoar o time alheio senão você é chamada de “convencida, mal educada em menosprezar os outros e ‘por acaso você é palmeirense para se preocupar com os outros?'” (sim, eu ainda tenho o print dessa briga épica porque eu zuei o Parmera). Descobri que eu não posso elogiar o rival e ao mesmo tempo zuar ele, principalmente se for o Corinthians. As pessoas ficam putas e te excluem =O. Mas ao mesmo tempo descobri que eu atraio corinthianos ¬¬’. Mas gambás que sabem brincar de futebol. 2012 foi o ano que eu morei nos estádios de futebol. Viajei pra Barueri, São Bernado e Santos para ver meu Santos jogar. Fui para o Pacaembu e Morumbi gritar “CHUPA REDE GLOBO, MEU SANTOS É CAMPEÃO DE NOVO!”. Meu ano se resumiu a futebol. E as pessoas ainda falam que é um exagero amar um time ou um esporte do jeito que eu amo. Desculpa se meu time me trouxe amigos incríveis e o futebol me trouxe a felicidade que muito não puderam me dar.

Aprendi a gostar de sertanejo, funk e pagode. Foi meio que forçado, né? Afinal, se você não pode contra os 99% de amigos que curtem essas coisas, junte-se a eles ;p. Com isso comecei a ir pra rolês. Um dia em um, os outros 364 no Villa Country. Também descobri o que é viajar com os amigos (viagem de verdade, com amigos de verdade). E você se diverte mesmo não tendo onde dormir, onde tomar banho, sendo o alvo das piadas, etc. E vi que dinheiro não é eterno e nem a disposição para dançar o créu. Que ir trabalhar virada é possível, mas não sempre. E video games, livros, tatuagens, shows e jogos do Santos não caem do céu. Por isso tem que trabalhar muito. E se trabalhamos em um lugar que gostamos, queremos trabalhar sempre. Agradeço a TOP por ter me dado um ambiente de trabalho tão bom.

Em 2012 também gastei o que não tinha para ir em shows. São Paulo Mix Festival (sempre o melhor), Scorpions (finalmente vi os vovôs!), Linkin Park (lindos como sempre), Lady Gaga (literalmente uma “festa estranha, com gente esquisita”), KISS (Kiss sempre Kiss, eternamente Kiss <3) e, por fim, Lady Madonna (DIVA). Também foi ano de ir no Brasil Game Show e me re-apaixonar por animes, mangás e, claro, video games \o/. E pela primeira vez, ter vontade de brincar de cosplay. Posso dizer que voltei às minha origens. Minhas origens? Minha paixão por essas coisas de “crianças” que muitos adultos ainda gostam pra carai.

Em 2012 também foi o ano que eu resolvi virar um gibizinho. Perdi as contas de quantas tatuagens eu fiz. Mas cada uma tem um significado para mim. Principalmente a do Santos (que muitos me falaram ser loucura tatuar o símbolo de um time), que me deu momentos e amigos maravilhosos. Engraçado um time te dar essas coisas e uma pessoa próxima de você não conseguir isso. Foi graças ao Santos que eu consegui me reerguer e tacar o foda-se para tudo. E ainda dizem que é “apenas um time de futebol, que os jogadores nem sabem que você existe, que futebol enche o rabo deles de dinheiro, enquanto você não ganha nada”. Espero, de coração, que um dia as pessoas aprendam a respeitar a paixão dos outros, os gostos dos outros, o jeito de ser dos outros e o mundo enfim entrará em paz. Espero que um dia, as pessoas entendam a paixão por futebol do brasileiro. E parem de comparar o futebol com os problemas governamentais do país. Parem de comparar uma Copa do Mundo com os problemas de saúde e educação do país. E por favor, que em 2013 vocês parem de falar “imagina na Copa”.

Mas a melhor parte do meu ano foi, sem sobra de dúvidas, minhas férias. Primeira vez que eu saia do país, primeira vez que eu ia conhecer os EUA, minha primeira vez na Disney. Conhece amor à primeira vista? Foi o que aconteceu comigo quando pisei em Orlando. Nessa viagem descobri que o ser humano pode sim ser educado (chupa brasileiros!), pode sim ser bonito (chupa brasileiros!), pode ser diferente (chupa brasileiro!). Mas o melhor é que não importa sua idade, no momento que você pisar na Disney, você se torna uma criança de novo. Principalmente quando você encontra com o Mickey (e olha que eu não gosto do Mickey). Foi uma viagem de experimentações. Descobri que o cachorro quente dos americanos é pão e salsicha e não pão, salsicha, salada, purê, arroz e feijão igual aqui no Brasil. O hamburguer deles é DI-VI-NO! McDonalds que se foda, Five Guys é o melhor restaurante de hamburguers e hot-dogs do mundo. Que para comprar algo lá é “5 dólares MAIS TAXA”. E depois que você volta para o Brasil, tudo que você quer é que ele seja igual aos EUA. Sem povo ignorante no metro, sem povo burro perto de você, comprar coisas daora sem ter que vender o fígado junto, comer coisas gordurantes, engordantes e friturantes sem ninguém ficar enchendo o saco falando que você vai engordar, que tem que ir pra academia ou “comer uma saladinha”. Aliás, salada é algo que se pode dizer inexistente nesse país. E pra finalizar, minha melhor experiência foi nadar com um Golfinho. Estar perto desse bichinho fofo, molhado e escorregadio. E ainda beija ele *—*.

 

Enfim.. 2012 foi um ano de renovações. De não chorar porque você não é querida por umas pessoas, mas de mandá-las tnc e foda-se que elas não gostem de você. De perder uma amizade e não se abalar com isso. Por que a cada amigo perdido, são 50 amigos novos. De não ter medo de dar sua opinião porque fulano não vai gostar. E de congelar os sentimentos para não sofrer por pessoas que não merecem seu sofrimento. De dar adeus ao seu passado e começar um futuro novo. Deixar pessoas que te fizeram mal para trás e acolher as que te fazem bem.

 

Por fim, só quero agradecer ao Papai, a Mamãe, ao Eros, a Meg e a Família SNS por estarem sempre ao meu lado nesse ano de 2012. Que 2013 seja melhor que 2012!

 

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Sábado à Noite

Nome: Sábado à Noite
Autor: Babi Dewet
Lançamento: 2012
ISBN 9788563993380
Número de páginas: 324

Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. Amanda é uma adolescente como tantas outras, e ela não tem culpa de ser popular e a menina mais bonita do colégio. Isso simplesmente aconteceu quando ela cresceu. Seu melhor amigo de infância vive se metendo em encrencas com seu grupo bagunceiro. E, apesar de serem como irmãos, eles não se falam em público. Ser vista na companhia dos marotos é acabar com qualquer boa reputação. É por causa de um simples trabalho na aula de Artes, que Amanda vê tudo aquilo que ela acredita ser abalado. Um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Amanda não pode ceder. Amizade é maior que garotos, essa é a regra. Ela ainda precisa enfrentar o julgamento de suas melhores amigas quanto a certas atitudes, além de aguentar um ex-namorado mimado e egoísta. Como se não bastasse, o diretor cria bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada é convocada para tocar. As músicas do Scotty são a única coisa que parece acalmar seu coração. Suas letras dizem tanto sobre ela… Mas, afinal, quem serão esses mascarados de Sábado à Noite?

Esse livro me chamou a atenção primeiramente pela capa que é linda. Mas eu não compro o livro pela capa, então li a “orelha” e achei interessante. Era um tipo de história que eu adoro ler. Colégio, menina se apaixona pelo menino, eles não conseguem ficar juntos, ficam juntos no final. Clichê, mas apaixonante e me prendeu por horas.

Amanda e as amigas são da turma das pattys populares e Bruno e seus amigos da turma de “bad boys” (apesar que eu não consegui definir eles como badboys, só como os “excluídos socialmente”. Não sei qual dos dois estereótipos – ou os dois – a escritora quis passar pra eles). E sinceramente? A turma da Amanda me irritou. Não sei se foi porque eu era da turma dos “excluídos” na minha época de escola ou se é porque odeio patty metida.

Amanda é uma personagem que mostra bastante como ser popular é “difícil”. Tem que manter as aparências diante dos outros e não pode fazer algo diferente do que esperam que ela faça, como conversar com seu melhor amigo, Bruno. Bruno e os amigos são chamados de “Marotos” e são a escória da sociedade. Se alguém quiser fazer parte da turma “descolada”, não pode ser vista com eles. E Amanda, quando mais nova, era amiga de Bruno e Caio, porém, a popularidade fez ela se afastar dos antigos amigos.

Durante o livro podemos ver toda a dúvida dela entre ser amiga dos marotos e ser popular. E ela sempre opta por ser popular e ignorar eles. Sempre foi apaixonada por Daniel e ele por ela, mas sua amiga, Guiga, também gostava do garoto. Isso quando ele entrou no colégio. Para que elas não brigassem por causa de homem, acabaram deixando a paixonite para trás. Mas Amanda, apesar de negar sempre, continuou gostando dele.

O diretor do colégio então resolve fazer um baile todos os “Sábados à Noite” (tchaaaaaammmmm!), mas não tem uma banda para tocar. Os marotos se oferecem para tocar, mas o diretor nega devido a má fama deles. Então Fred, que tem um bom relacionamento com o diretor e as professoras, fala que tem uma banda chamada Scotty (nome tirada do filme Eurotrip) e o diretor concorda que essa banda toque. Scotty são os marotos usando máscaras e maquiagem para que não descobrissem a verdadeira identidade deles.

A professora de Artes resolve fazer um trabalho em duplas, usando as duas turmas do colégio. Nessa parte achei que ficou muito clichê as duplas serem Amigos da Amanda X Amigos do Bruno (menos a Guiga, porque o Fred é de uma turma avançada). Foi nesse trabalho que Amanda e Daniel começam a se relacionar. Como a garota não queria ser vista com ele por causa de Guiga (ela achava que a amiga ainda gostasse dele), eles acabam tendo um relacionamento escondido. Mas por causa da popularidade de Amanda, Daniel acha que ela não quer que o colégio os vejam juntos. Então começa as inseguranças, tanto da parte de Amanda, quanto da de Daniel. E enquanto isso, Amanda e as amigas se apaixonam pela banda Scotty.

Tem o blablablablabla de histórias para que eles não fiquem juntos, pois a Amanda continua com medo de assumir por causa de Guiga. Guiga, por sua vez, dá a intenção de que está apaixonada por um maroto e Amanda tem certeza que é o Daniel e não o Fred. Isso só piora a situação do casal.

No fim, Albert, um dos boys da escola, por causa de uma das confusões envolvendo Amanda e os marotos – uma peça pregada por eles para vingar de uma história inventada por JP (amigo de Albert) -, entra na escola com o livro de Daniel, rouba as provas finais e deixa o livro dele como “prova do crime”. Enquanto isso, Daniel e Amanda estão juntos. Quando o “crime” é descoberto, Amanda era a única álibi que podia livrar ele da expulsão. Chega o momento em que ela tem que confessar, na frente do colégio inteiro (mais um clichê) que estava com ele. Sob pressão, a garota nega e todos os marotos, inclusive o melhor amigo Bruno, ficam desapontados com ela.

Nessa hora que ela vê que, por causa da popularidade dela, ela perde os amigos que ela realmente queria ter e, claro, Daniel.

Não vou falar sobre o fim do livro para não soltar spoiler demais. Mas resumindo, a Amanda pagou pelo mal que fez pro Daniel. Mas o final é muito triste…

Entrei na página do Facebook do livro e descobri que será uma trilogia e fiquei muito feliz! Porque realmente gostei do livro. E fiquei muito puta por ter acabado do jeito que acabou. Com um gostinho de quero mais.

Os clichês, apesar de serem clichês, é algo que eu adoro nesse tipo de literatura. Espero que não demore muito para sair os outros dois.

Para quem gosta de livros água com açúcar, histórias bobinhas que te fazem suspirar, eu recomendo.

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Baby you’re a firework

Eu to com essa música na cabeça faz uns dias. Na verdade, sempre que eu ouço, ela fica, mas dessa vez eu não tinha ouvido e ela “surgiu”.

Não to num momento legal e não sei se mais alguém, além de mim, percebeu isso. Mas acontece que não vou falar sobre isso. Não até alguém vir e perguntar se quero conversar e realmente ouvir sem me criticar ou me chamar de coitadinha. Porque eu sei o que eu tenho e sei que não é frescurite.

Mas enfim…

Eu sempre disse que música era um tipo de terapia para a cabeça e alma. Mas parece que agora, quando eu to com o iPod no random, ele sente o que eu to pensando ou sentindo e parece que escolhe a música certa para eu pensar no momento. E hoje foi essa “Firework” da Katy Perry. Sempre gostei dela desde que vi a Rachel cantando no seriado Glee. Mas nunca tive curiosidade de ver a letra. E para meu espanto (ou não, porque eu até esperava que a mensagem fosse ser do tipo), ela encaixou direitinho no que eu to passando.

 

“Do you ever feel
Like a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to start again
Do you ever feel,
Feel so paper thin
Like a house of cards
One blow from caving in
Do you ever feel
Already buried deep
Six feet under screams
But no one seems to hear a thing
Do you know that there’s
Still a chance for you
Cause there’s a spark in you
You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Cause baby you’re a firework
Come on show ‘em what you’re worth
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
As you shoot across the sky “Ah, ah!”
Baby you’re a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
You’re gonna leave them all in “awe, awe, awe”
You don’t have to feel
Like a wasted space
You’re original,
Cannot be replaced
If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow
Maybe a reason why
All the doors are closed
So you could open one that leads
You to the perfect road
Like a lightning bolt,
Your heart will glow
And when it’s time, you’ll know
You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Cause baby you’re a firework
Come on show ‘em what you’re worth
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
As you shoot across the sky “Ah, ah!”
Baby you’re a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
You’re gonna leave them all in “awe, awe, awe”
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
It’s always been inside of you, you, you
And now it’s time to let it through
Cause baby you’re a firework
Come on show ‘em what you’re worth
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
As you shoot across the sky “Ah, ah!”
Baby you’re a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
You’re gonna leave them all in “awe, awe, awe”
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon”
ps.: a tradução tá no vídeo 😉

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Eu não tenho iPhone

Olhando os links do twitter, sempre tem aquela tirinha engraçada, aquele vídeo bizarro ou aquela notícia fantástica.

E hoje eu achei um vídeo legal:

 

 

“Eu não tenho iPhone

Eu não tenho iPod

Eu não tenho iPad

Iphode”

 

Peguei no twitter do Do Fotografo

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Justin Bieber Brasileiro?

Divirtam-se com a versão macho da Sthephanie Crossfox!

Lucas Germano dando uma versão “abraliseirada” ao sucesso (sic) “Baby” do Justin Biba Bieber.

 

 

Divirtam-se com o nosso seu Justin Bieber made in Brazil.

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