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Retrospectiva 2012

retro_2012

 

Já que todo mundo tá falando sobre o que passou, o que fez em 2012, resolvi tb falar.

Sinceramente, achei que 2012 ia ser uma merda por causa do acontecimentos de 2011, maaaas ainda bem que eu tava errada! 2012 foi realmente o ano que o mundo acabou. Meu antigo mundo. Aquele chato, sem vida, sem cor, sem amigos, sem felicidade. Esse ano foi realmente um ano de mudanças, de mandar todo mundo que me fazia mal à merda.

Em 2012 eu pulei do Hadikali (mesmo morrendo de medo igual a uma molérzinha), fui pra paulista protestar contra os mau tratos aos animais (e não esqueci os casos Lobo, da Yorkishire, etc), fiz o tcheretchetche com o Gusttavo Lima e você ao vivo, vi o carnaval de São Paulo no Sambódromo, mas fiquei triste porque perdi o desfile da Mancha Verde =/.

Atraí chuva para todos os jogos do Santos, inclusive aquele dilúvio inesquecível no Pacaembu contra o Juan Aurich. Sabe quando até seus órgãos ficam molhados? Pois é. Vi um capacete voar pro campo na Vila Belmiro no jogo da LIbertadores contra a gambazada. Desejei #FelizAnoNovoSheik e vi ele humilhar o Santos (fdp ¬¬’). Comemorei o centenário do Santos na sede da Torcida Jovem e em Santos. Foi aí que eu conheci as pessoas mais lixo que se pode conhecer. Amigos que todos deveriam ter. Aqueles que o lema é “A ZOERA NÃO TEM LIMITES”. Ah sim.. no centenário também quase ficamos sem teto, sem banho hahaha.

Com esses amigos eu descobri que todo rolê dá problema. Que amigos é a família que você escolhe (#FamiliaSNS <3). Amigo é aquele que te chama de fdp e não aquele que é fdp com vc.

Também “reencontrei” velhos amigos. Tão velhos que posso dizer que são da Era Orkut, literalmente. Família Crepúsculo, Família Kazebre, Família Restart. Não. Pera. Desfiz amizade com muitos “amigos” porque eles não aguentam zoeira. Soube que não se pode zoar o time alheio senão você é chamada de “convencida, mal educada em menosprezar os outros e ‘por acaso você é palmeirense para se preocupar com os outros?'” (sim, eu ainda tenho o print dessa briga épica porque eu zuei o Parmera). Descobri que eu não posso elogiar o rival e ao mesmo tempo zuar ele, principalmente se for o Corinthians. As pessoas ficam putas e te excluem =O. Mas ao mesmo tempo descobri que eu atraio corinthianos ¬¬’. Mas gambás que sabem brincar de futebol. 2012 foi o ano que eu morei nos estádios de futebol. Viajei pra Barueri, São Bernado e Santos para ver meu Santos jogar. Fui para o Pacaembu e Morumbi gritar “CHUPA REDE GLOBO, MEU SANTOS É CAMPEÃO DE NOVO!”. Meu ano se resumiu a futebol. E as pessoas ainda falam que é um exagero amar um time ou um esporte do jeito que eu amo. Desculpa se meu time me trouxe amigos incríveis e o futebol me trouxe a felicidade que muito não puderam me dar.

Aprendi a gostar de sertanejo, funk e pagode. Foi meio que forçado, né? Afinal, se você não pode contra os 99% de amigos que curtem essas coisas, junte-se a eles ;p. Com isso comecei a ir pra rolês. Um dia em um, os outros 364 no Villa Country. Também descobri o que é viajar com os amigos (viagem de verdade, com amigos de verdade). E você se diverte mesmo não tendo onde dormir, onde tomar banho, sendo o alvo das piadas, etc. E vi que dinheiro não é eterno e nem a disposição para dançar o créu. Que ir trabalhar virada é possível, mas não sempre. E video games, livros, tatuagens, shows e jogos do Santos não caem do céu. Por isso tem que trabalhar muito. E se trabalhamos em um lugar que gostamos, queremos trabalhar sempre. Agradeço a TOP por ter me dado um ambiente de trabalho tão bom.

Em 2012 também gastei o que não tinha para ir em shows. São Paulo Mix Festival (sempre o melhor), Scorpions (finalmente vi os vovôs!), Linkin Park (lindos como sempre), Lady Gaga (literalmente uma “festa estranha, com gente esquisita”), KISS (Kiss sempre Kiss, eternamente Kiss <3) e, por fim, Lady Madonna (DIVA). Também foi ano de ir no Brasil Game Show e me re-apaixonar por animes, mangás e, claro, video games \o/. E pela primeira vez, ter vontade de brincar de cosplay. Posso dizer que voltei às minha origens. Minhas origens? Minha paixão por essas coisas de “crianças” que muitos adultos ainda gostam pra carai.

Em 2012 também foi o ano que eu resolvi virar um gibizinho. Perdi as contas de quantas tatuagens eu fiz. Mas cada uma tem um significado para mim. Principalmente a do Santos (que muitos me falaram ser loucura tatuar o símbolo de um time), que me deu momentos e amigos maravilhosos. Engraçado um time te dar essas coisas e uma pessoa próxima de você não conseguir isso. Foi graças ao Santos que eu consegui me reerguer e tacar o foda-se para tudo. E ainda dizem que é “apenas um time de futebol, que os jogadores nem sabem que você existe, que futebol enche o rabo deles de dinheiro, enquanto você não ganha nada”. Espero, de coração, que um dia as pessoas aprendam a respeitar a paixão dos outros, os gostos dos outros, o jeito de ser dos outros e o mundo enfim entrará em paz. Espero que um dia, as pessoas entendam a paixão por futebol do brasileiro. E parem de comparar o futebol com os problemas governamentais do país. Parem de comparar uma Copa do Mundo com os problemas de saúde e educação do país. E por favor, que em 2013 vocês parem de falar “imagina na Copa”.

Mas a melhor parte do meu ano foi, sem sobra de dúvidas, minhas férias. Primeira vez que eu saia do país, primeira vez que eu ia conhecer os EUA, minha primeira vez na Disney. Conhece amor à primeira vista? Foi o que aconteceu comigo quando pisei em Orlando. Nessa viagem descobri que o ser humano pode sim ser educado (chupa brasileiros!), pode sim ser bonito (chupa brasileiros!), pode ser diferente (chupa brasileiro!). Mas o melhor é que não importa sua idade, no momento que você pisar na Disney, você se torna uma criança de novo. Principalmente quando você encontra com o Mickey (e olha que eu não gosto do Mickey). Foi uma viagem de experimentações. Descobri que o cachorro quente dos americanos é pão e salsicha e não pão, salsicha, salada, purê, arroz e feijão igual aqui no Brasil. O hamburguer deles é DI-VI-NO! McDonalds que se foda, Five Guys é o melhor restaurante de hamburguers e hot-dogs do mundo. Que para comprar algo lá é “5 dólares MAIS TAXA”. E depois que você volta para o Brasil, tudo que você quer é que ele seja igual aos EUA. Sem povo ignorante no metro, sem povo burro perto de você, comprar coisas daora sem ter que vender o fígado junto, comer coisas gordurantes, engordantes e friturantes sem ninguém ficar enchendo o saco falando que você vai engordar, que tem que ir pra academia ou “comer uma saladinha”. Aliás, salada é algo que se pode dizer inexistente nesse país. E pra finalizar, minha melhor experiência foi nadar com um Golfinho. Estar perto desse bichinho fofo, molhado e escorregadio. E ainda beija ele *—*.

 

Enfim.. 2012 foi um ano de renovações. De não chorar porque você não é querida por umas pessoas, mas de mandá-las tnc e foda-se que elas não gostem de você. De perder uma amizade e não se abalar com isso. Por que a cada amigo perdido, são 50 amigos novos. De não ter medo de dar sua opinião porque fulano não vai gostar. E de congelar os sentimentos para não sofrer por pessoas que não merecem seu sofrimento. De dar adeus ao seu passado e começar um futuro novo. Deixar pessoas que te fizeram mal para trás e acolher as que te fazem bem.

 

Por fim, só quero agradecer ao Papai, a Mamãe, ao Eros, a Meg e a Família SNS por estarem sempre ao meu lado nesse ano de 2012. Que 2013 seja melhor que 2012!

 

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Sábado à Noite

Nome: Sábado à Noite
Autor: Babi Dewet
Lançamento: 2012
ISBN 9788563993380
Número de páginas: 324

Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. Amanda é uma adolescente como tantas outras, e ela não tem culpa de ser popular e a menina mais bonita do colégio. Isso simplesmente aconteceu quando ela cresceu. Seu melhor amigo de infância vive se metendo em encrencas com seu grupo bagunceiro. E, apesar de serem como irmãos, eles não se falam em público. Ser vista na companhia dos marotos é acabar com qualquer boa reputação. É por causa de um simples trabalho na aula de Artes, que Amanda vê tudo aquilo que ela acredita ser abalado. Um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Amanda não pode ceder. Amizade é maior que garotos, essa é a regra. Ela ainda precisa enfrentar o julgamento de suas melhores amigas quanto a certas atitudes, além de aguentar um ex-namorado mimado e egoísta. Como se não bastasse, o diretor cria bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada é convocada para tocar. As músicas do Scotty são a única coisa que parece acalmar seu coração. Suas letras dizem tanto sobre ela… Mas, afinal, quem serão esses mascarados de Sábado à Noite?

Esse livro me chamou a atenção primeiramente pela capa que é linda. Mas eu não compro o livro pela capa, então li a “orelha” e achei interessante. Era um tipo de história que eu adoro ler. Colégio, menina se apaixona pelo menino, eles não conseguem ficar juntos, ficam juntos no final. Clichê, mas apaixonante e me prendeu por horas.

Amanda e as amigas são da turma das pattys populares e Bruno e seus amigos da turma de “bad boys” (apesar que eu não consegui definir eles como badboys, só como os “excluídos socialmente”. Não sei qual dos dois estereótipos – ou os dois – a escritora quis passar pra eles). E sinceramente? A turma da Amanda me irritou. Não sei se foi porque eu era da turma dos “excluídos” na minha época de escola ou se é porque odeio patty metida.

Amanda é uma personagem que mostra bastante como ser popular é “difícil”. Tem que manter as aparências diante dos outros e não pode fazer algo diferente do que esperam que ela faça, como conversar com seu melhor amigo, Bruno. Bruno e os amigos são chamados de “Marotos” e são a escória da sociedade. Se alguém quiser fazer parte da turma “descolada”, não pode ser vista com eles. E Amanda, quando mais nova, era amiga de Bruno e Caio, porém, a popularidade fez ela se afastar dos antigos amigos.

Durante o livro podemos ver toda a dúvida dela entre ser amiga dos marotos e ser popular. E ela sempre opta por ser popular e ignorar eles. Sempre foi apaixonada por Daniel e ele por ela, mas sua amiga, Guiga, também gostava do garoto. Isso quando ele entrou no colégio. Para que elas não brigassem por causa de homem, acabaram deixando a paixonite para trás. Mas Amanda, apesar de negar sempre, continuou gostando dele.

O diretor do colégio então resolve fazer um baile todos os “Sábados à Noite” (tchaaaaaammmmm!), mas não tem uma banda para tocar. Os marotos se oferecem para tocar, mas o diretor nega devido a má fama deles. Então Fred, que tem um bom relacionamento com o diretor e as professoras, fala que tem uma banda chamada Scotty (nome tirada do filme Eurotrip) e o diretor concorda que essa banda toque. Scotty são os marotos usando máscaras e maquiagem para que não descobrissem a verdadeira identidade deles.

A professora de Artes resolve fazer um trabalho em duplas, usando as duas turmas do colégio. Nessa parte achei que ficou muito clichê as duplas serem Amigos da Amanda X Amigos do Bruno (menos a Guiga, porque o Fred é de uma turma avançada). Foi nesse trabalho que Amanda e Daniel começam a se relacionar. Como a garota não queria ser vista com ele por causa de Guiga (ela achava que a amiga ainda gostasse dele), eles acabam tendo um relacionamento escondido. Mas por causa da popularidade de Amanda, Daniel acha que ela não quer que o colégio os vejam juntos. Então começa as inseguranças, tanto da parte de Amanda, quanto da de Daniel. E enquanto isso, Amanda e as amigas se apaixonam pela banda Scotty.

Tem o blablablablabla de histórias para que eles não fiquem juntos, pois a Amanda continua com medo de assumir por causa de Guiga. Guiga, por sua vez, dá a intenção de que está apaixonada por um maroto e Amanda tem certeza que é o Daniel e não o Fred. Isso só piora a situação do casal.

No fim, Albert, um dos boys da escola, por causa de uma das confusões envolvendo Amanda e os marotos – uma peça pregada por eles para vingar de uma história inventada por JP (amigo de Albert) -, entra na escola com o livro de Daniel, rouba as provas finais e deixa o livro dele como “prova do crime”. Enquanto isso, Daniel e Amanda estão juntos. Quando o “crime” é descoberto, Amanda era a única álibi que podia livrar ele da expulsão. Chega o momento em que ela tem que confessar, na frente do colégio inteiro (mais um clichê) que estava com ele. Sob pressão, a garota nega e todos os marotos, inclusive o melhor amigo Bruno, ficam desapontados com ela.

Nessa hora que ela vê que, por causa da popularidade dela, ela perde os amigos que ela realmente queria ter e, claro, Daniel.

Não vou falar sobre o fim do livro para não soltar spoiler demais. Mas resumindo, a Amanda pagou pelo mal que fez pro Daniel. Mas o final é muito triste…

Entrei na página do Facebook do livro e descobri que será uma trilogia e fiquei muito feliz! Porque realmente gostei do livro. E fiquei muito puta por ter acabado do jeito que acabou. Com um gostinho de quero mais.

Os clichês, apesar de serem clichês, é algo que eu adoro nesse tipo de literatura. Espero que não demore muito para sair os outros dois.

Para quem gosta de livros água com açúcar, histórias bobinhas que te fazem suspirar, eu recomendo.

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Um Homem de Sorte

“Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografa dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela.” “Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fm de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado. Colocar uma carapuça de normalidade havia-o deixado exausto. Depois de sair do Colorado, há cinco meses, ele não havia passado mais do que algumas horas sozinho com alguém por livre e espontânea vontade. (…) Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Esse não era o objetivo da viagem. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética. prazer de caminhar. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar.

Nome: Um Homem de Sorte
Autor: Nicholas Sparks
Lançamento: 2011
ISBN 9788563219138
Número de páginas: 349

Livros do Nicholas Sparks sempre são uma delícia de ler. Confesso que não tava lendo porque os dois que eu li (“A Última Música” e “Querido John”), chorei feito bebê. Então tava evitando ler os livros dele. Com o lançamento do filme do “Um Homem de Sorte”, resolvi ler esse livro porque queria ir no cinema e não gosto de ver o filme e depois ler. Tambéms confesso que para pegar o ritmo da leitura foi difícil, mas quando peguei, não parei. Li em três dias (média normal para mim).

A história mostra Logan Thibault atravessando o país atrás da misteriosa mulher de uma fotografia que ele encontrou no Iraque durante o período que serviu o exército americano como fuzileiro naval. Quando encontrou a foto, Victor, seu melhor amigo, disse que ela era um tipo de talismã da sorte e que ela ia proteger Thibault. Claro que ele não acreditou no amigo, mas também não se desfez da foto, carregando ela sempre em seu bolso.

Após o fim da guerra, Thibault resolve atravessar o país a pé afim de encontrar a mulher da imagem. Durante o livro, sabemos o motivo pelo qual ele resolveu fazer isso. Também há algumas passagens de quando esteve no Iraque. Como as vezes em que viu seus companheiros morrerem em combate, enquanto ele sobrevivia. Também descobrimos que ele fez essa travessia por causa de seu amigo Victor, que veio a falecer numa pescaria quando ambos se reencontraram. A foto, inclusive, pertencia ao irmão de Beth, Drake, que também era fuzileiro naval e tinha falecido durante aguerra no Iraque.

Um pouco antes de chegar na cidade onde Beth morava, ele encontra seu ex marido fotografando algumas alunas e acaba com os planos do policial Clayton de ficar com as fotografias das garotas ao pegar a camera fotografia e destruir o cartão com as fotos. Além disso, fura os pneus da viatura de Clayton. Com isso, tornam-se inimigos.

Ao chegar em Hampton, Thibault sai a procura de Beth. Ao se candidatar a ser funcionário no canil da avó dela, Nana, ele se aproxima da família de Beth, que inclui seu filho, Ben. Ben tem sérios problemas de relacionamento com seu pai, o policial Clayton. O livro narra a aproximação de Logan e Beth, até o momento em que eles se apaixonam. Clayton descobre o relacionamento dos dois e tenta fazer com que Thibault saia da cidade. Pois ele não quer que Beth se relacione com nenhum homem, chegando a espantar antigos pretedentes da ex mulher.

Porém, quando Clayton descobre que Thibault tem uma foto de Beth, conta para ela e diz que Logan é um cara perigoso, que estava perseguindo-a. Beth no início não acredita, porém fica com um pé atrás, pois Clayton leva inclusive um papel pardo com tudo que conseguiu pesquisar sobre Thibault. Em dúvida, Beth vai atrás de Logan tirar satisfações e ele acaba confessando tudo, mas não consegue se explicar e a mulher começa a chamá-lo de louco e o manda embora. Mas antes pede a foto de volta e ele diz que deu para seu filho, Ben. Ao conversar com Ben, o garoto repete o que a foto significava para ele, ou seja, um talismã que daria sorte. Beth resolve ir até a casa de Thibault e eles acabam se resolvendo. Clayton a segue e vê tudo.

Beth volta para casa para preparar o jantar que teria com Thibault, quando Clayton invade sua casa e começa a ameaça-la, envolvendo inclusive a guarda do filho. Enquanto isso, Logan sai de casa para levar Zeus, seu cachorro, para passear e na volta, percebe a marca de dois pneus na porta de sua casa. Os carros de Beth e Clayton. Então sai correndo em diração a casa de Beth para protege-la do ex marido. Nisso, durante a discussão, Ben ouve que teria que morar com o pai e sai correndo no meio da tempestade. Beth resolve ir atrás dele e lembra que ele pode ter ido para sua casa na árvore, a qual corria o risco de desabar a qualquer instante. Ela e Clayton correm atrás do filho. Thibault, assim que chega na casa e encontra Nana e esta o avisa do ocorrido, também vai atrás de Ben.

Quando Beth e Clayton encontram Ben, ele está pendurado na corda que era a ponte que ligava um carvalho a sua casa na árvore. Clayton se arrisca para salvar o filho, porém acaba também caindo na correnteza, quebrando suas costelas e se agarrando a corda da antiga ponte. Thibault chega e pula na correnteza com Zeus para tentar alcançar Ben. Porém, Clayton acaba se agarrando nele e Ben caindo na correnteza. Beth, que havia quebrado o pé durante o trajeto atrás de seu filho, fica desesperada, porém Zeus acaba salvando o menino.

Nos momentos que se seguem, dá a entender que Clayton e Thibault morrem tentando salvar Ben. Porém, apenas o pai do menino vem a  falecer. O final do livro é típico de um conto de fadas, onde Thibault e Beth ficam juntos.

 

A narrativa parte das visões do Thibault, Beth e Clayton. Um livro que mostra diversos valores, como todos os livros do Nicholas Sparks. Eu recomendo 😉

 

 

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我々は になるトライサントス

 

プライド

そのすべてではない

彼らは可能性があります

O Amor de uma torcida por um time, não há palavras que descreva esse sentimento.

Boa sorte Santos! Que Deus e todos os Santos estejam com vocês no Japão!

ps.: essas coisas em japonês foram by Google Tradutor porque eu deletei meu aplicativo de traduções do iPad
Tradução:
“Vamos ser tri Santos”
“Orgulho que nem todos podem ter”

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Nascer campeão…

… viver campeão e morrer campeão, é um orgulho que nem todos podem ter.

Já adianto que não vi o jogo da final da Liga de Futsal. Na primeira disputa eu estava assistindo e deu no que deu. Então segui minhas superstições e mantive a TV desligada (na verdade tava na Globo, vendo a novela). Mas claro que acompanhei tudo pelo Twitter. Não vou falar do jogo e sim de mais uma vez o Santos fazendo história. Afinal, foi o primeiro time paulista de futsal a conquista a Liga. No final do post colocarei alguns tweets sobre o jogo.

Ninguém sabia que o Santos tinha time de futsal, nem eu. Mas ele já teve, não deu certo (ou pelo tempo que eu vi no site do Santos, o Sr. Marcelo Teixeira deve ter tesourado o time que tinha). Enfim… nesse ano de 2011, em mais um ataque de loucura do Presidente Luís Álvaro, foi criado o time de futsal do Santos contando com nada menos do que mais um jogador que é o Melhor do Mundo (duas vezes consecutivas): Falcão! E também com um elenco que teve sete jogadores convocados para seleção de futsal na temporada e mais o técnico Fernando Ferretti (quatro vezes campeão da Liga Nacional e cinco da Taça Libertadores). A junção disso tudo daria em que? Só podia dar em título!

Mas claro que títulos não vem fácil para o Santos (tá, o Paulista de 2011 foi baba). No jogo de ida, lá no sul, os jogadores acabaram perdendo a cabeça (quase que literalmente), perderam e o principal jogador foi expulso (Falcão). Acabou que o Santos perdeu por 4×3 e teria que vencer com um gol de diferença para tentar a sorte na prorrogação. E foi o que aconteceu.

Sem Falcão, o Santos tinha que mostrar sua garra, sua força e sua pouca tradição no Futsal. E foi o que os jogadores fizeram. Antes da partida, o elenco ficou concentrado no CT Rei Pelé e tiveram uma palestra motivacional com Muricy, Elano e Neymar antes do jogo. A torcida compareceu em peso na Arena Santos e, como disseram no twitter, “a Arena virou Alçapão”.

Como não vi o jogo, não comentarei.

Mas, mostrando a tradição santista, o time de futsal, com menos de 1 ano de vida, ganhou o jogo na raça. Foi um ganha, empata, desempata eterno. No tempo normal, o Santos ganhou de 3×2 e partiu para a prorrogação. Nela, o resultado não saiu do 0x0 e veio o que todos mais sofrem do coração: penaltis! De acordo com o site do Santos, o time desperdiçou um penalti e o Carlos Barbosa teve uma cobrança defendida pelo goleiro Paulo Victor, torcedor do Santos e especialista em penaltis. Terminou 4×4 e se seguiu 5×5, 6×6… até que Paulo Victor virou DEUS e pegou a cobrança do Carlos Barbosa! E a Arena Santos explodiu.

O CAÇULINHA DA COMPETIÇÃO É CAMPEÃO!

E assim o Santos Futebol Clube conquistava o 4º título em 2011 (Paulista, Libertadores, Sub 11 e Futsal). E essa final de futsal foi um teste para cardiácos! Se a torcida não morreu nessa final, ela morrerá durante o Mundial, dia 12 de dezembro ou, se Deus quiser (e Ele quer!), 18 de dezembro. E que, mesmo com toda a torcida morta ou na UTI, o Santos nos traga a terceira estrela brilhando no peito!

Vídeo: Final da Liga Futsal 2011 – Bastidores de Santos x Carlos Barbosa

Alguns tweets sobre o jogo:

@bielsns Taí um ~problema~ Meu time ta smpre disputando títulos mas meu coração ainda não se acostumou com a tensão! haha

@rafametta aquele rt já tá no 8, 9 mais ou menos, nossa torcida vai acabar até o Japão (sobre o tweet de cima)

@A_La_Laor Penaltis. É hora de tomar os meus remédios do coração ou fingir que vou no banheiro e voltar depois.

@hepires Agora pensem na final do Mundial, Santos x Barça nos penaltis… HAAAAAAJA CORAÇÃO, AMIGUE!

@A_La_Laor Olá, futsal! Meu nome é Santos Futebol Clube e cheguei para ficar. Vim trazer tradição, história e arte para você.

@giseleberto Hj é dia de mais um título, bebê 🙂

@_CartolaFC #Santos fazendo história. #Pelé no Futebol Masculino. #Marta no Futebol Feminino. #Falcão no Futsal. Só falta o #Mundial em cima do #Messi

@Douglasgalvan Primeiro paulista campeão da Liga Nacional de Futsal. Quantos titulos esse ano mesmo? Ih, perdi as contas!

@bolapromato9 Santos campeão!!! Primeiro ano de Futsal, primeiro título nacional. É o time da virada, do amor, o maior time da Terra

@santosfc O Futsal Paulista nunca havia conquistado uma Liga Futsal antes. Quem poderia começar essa história? O @santosfc, claro!

@claysonali Nenhum time no mundo combina melhor com título que o Santos… tá louco, ja ta ficando chato…

@nerdiando Campeão! Para quem sabe o que isso significa (seja campo, salão, feminino ou masculino) BOA NOITE!

@SFCdaDepressao Paulo Vitor será o 3º goleiro do SFC em 2012, Felipe que retorna do Avaí, trabalhara na areá de alimentação do time, com os alfaces.

@bmatos Paulista em cima dos gambás, Libertadores, campeão da liga futsal com time q o curintia qria levar… Só falta mais uma taça. #SantosMeuAmor

@claysonali se eu for relacionar todos os titulos do @santosfc no ano, 140 caracteres não serão suficientes…

@robertsplayer O @santosfc é o 1º clube de São Paulo campeão da Liga Futsal. Hahahaha!! Que fase hein LAOR!?!!!!!

@LadyByroon E outra: O Santos NÃO ABAIXA cabeça pra arbitragem nem no futsal, diferente de MUITO time aí 😉

@A_La_Laor Eu sou o único que acha justo que seja feriado em Santos no dia seguinte a qualquer título que ganharmos?

@tvdopeixe Deus só pode ser SANTISTA!

@duduuu Essa final do Futsal foi assim pra preparar o coração dos santistas pro Mundial! #SantosCampeão

@tvdopeixe E o novo projeto para o Centenário do @santosfc , é a ampliação do Memorial das Conquistas! Já está faltando espaço pra tanto troféu!

@_CartolaFC Então, isso que é impressionante. O @santosfc não tem tradição no #Futsal. Aí monta um time, no seu 1º ano já é campeão! Merece respeito!

@VALDIN13 Obrigado senhor por mais essa conquista, muito feliz por esse momento, quero agradecer ao torcedor que fez sua parte na arquibancada…

@santistaroxo É Campeão! É Campeão! É Campeão! Agora quem dá bola (pesada) é o Santos. Também. Na marra, na garra, na superação. E a Arena virou Alçapão!!

@A_La_Laor E essa fase de goleiros da Vila? Rafael, Vladimir, Djony, Paulo Vitor. Que fase!

@A_La_Laor Muricy que me desculpe, mas mais tarde tem balada! Vou curtir com a molecada na madrugada… No tche tcherere tchetche….

@Ricafutsal08 Nação santista sem palavras vcs foram Santasticos #Marbranco

@falcao12oficial Paulo Vitor,nosso herói de ontem,muitas vezes não viajou,não foi relacionado,e nunca reclamou,só trabalhou,temos orgulho d vc,Parabéns

@falcao12oficial Nascer,viver e no Santos morrer,é um orgulho que nem todos podem ter,lindo demais, #Marbranco  fez a diferença.

@falcao12oficial Esse grupo é demais,superação total #Marbranco lindo

E assim me despeço com mais um título em mãos 😉

Essa foto representa bem a Torcida Santista pós-título ;]

Fotos roubadas emprestadas do Flickr do Santos.

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Um Mundial sem Pagode

Você sabe quem é o jogador Adriano do Santos? Aquele volante que caça atacante durante os 90 minutos do jogo e se bobear, ficar de olho nele até durante o intervalo.

Eis o Menino da Vila, Adriano Bispo dos Santos, que ajudou o Santos a ganhar três títulos (Paulista 2007 e 2011, Libertadores 2011). Mas foi somente na Libertadores que os torcedores foram reparar em como ele era essencial para o time. A zaga do Santos sempre foi péssima. Desde que me lembro, sempre tivemos uma zaga horrorosa, que toma gol bobo ou golaços que consagraram carreiras de jogadores (Alow, Ronaldo! Alow, Fabio Costa!). Mas foi o Adriano entrar em campo… e tudo mudou. Os torcedores Santistas pararam de ter ataques de nervos quando a bola se aproximava do gol. Porque Adriano estava lá para roubar a bola do adversário.

Posso dizer que esse “desconhecido” jogador foi fundamental para a conquista do Tri da Libertadores. Sem ele fechando a  entrada principal para o gol, poderia ter sido capaz de nós termos caído durante o “Massacre de Brasileiros” na Libertadores de 2011. Mas seguimos em frente e com o grupo unido, conseguimos a terceira estrela. E começamos a nos preparar para pegar mais uma estrelinha do Mário. El Mundial!

Estava indo tudo certo, correto, até que… no jogo Santos X Atlético-GO, Adriano sofreu uma torção no tornozelo. Até terça feira, todos torciam para que não fosse nada grave, nada que um pouco de descanso, gelo e gelol não resolvesse o “machucado” do nosso volante. Mas infelizmente veio a notícia que ninguém queria ouvir, principalmente o nosso “Pitt Bull”: a lesão foi grave e ele ficará afastado por até 5 meses dos gramados. TODOS CHORA!

Sim, Adriano, nosso Cão de Guarda não poderá jogar o Mundial. O sonho dele acabou em um jogo sem importância pelo campeonato brasileiro. Não culpo Muricy por ter escalado ele e nem os titulares e acho que ele tem que colocar os titulares em campo no domingo contra o Bahia. Foi um acidente o que aconteceu com o Adriano. Uma fatalidade. Mas como ele disse na coletiva de imprensa: “Deus quis assim. Agora bola para frente e quem sabe ano que vem eu não tenho a oportunidade de marcar o Messi”.

Messi…

Todos agora se perguntam: “Quem vai parar o Messi?”. Elano? Henrique? Ibson? Durval? Não sei. Talvez só Deus pare Messi. Mas isso não é o importante agora. O importante é ter fé e acreditar que o time voltará do Japão com a terceira estrela bordada no peito. Agora é dar a raça, o sangue e o amor em campo e trazer esse título. Para o Adriano. Para o nosso cão de guarda que, silenciosamente, conquistou o lugar dele no time. Adriano, esse título será para você! #TamoJunto!

Vou colocar um texto que me emocionou muito quando eu li.

Grandes jogos são carregados de grandes histórias. E fazem a felicidade de quem acredtia que futebol é muito mais do que um jogo. O Santos e Barcelona do final do ano será um grande jogo – Mazembe só elimina incompetentes – mas já perdeu uma grande história: o duelo entre Davi e Golias, aqui chamados de Adriano Pagode e Lionel Messi.

Messi provavelmente nunca ouviu falar de Adriano, o volante santista. Azar dele, pois teria de conviver por 90 minutos – ou mais do que isso, não importanta quanto, Adriano estaria preparado – com a convivência forçada com aquele jogador sem brilho, mas que faz da marcação estoica um estilo de vida. Adriano seria a sua sombra, o seu cão de guarda, seu perseguidor, seu algoz por todo o jogo. Com ele, pelo menos na teoria, Messi não teria espaço e facilidade para suas arrancadas no quarto final do campo. Messi não correria só. Teria companhia inimiga.

Se fizesse um bom papel, Adriano poderia deixar seu time mais perto do título mundial. Essa disputa entre um virtuose um operário renderia milhões de caracteres mundo afora. Adriano anulou Messi? Messi humilhou Adriano? Adriano falhou apenas uma vez e não impediu o gol (ou o passe) decisivo de Messi. São muitas opções. Todas à espera de um bom texto.

Não há mais a possibilidade do embate entre o brasileiro anônimo e o argentino tão conhecido como Maradona ou Evita Perón. Uma ressonância magnética  determinou a necessidade de uma operação no tornozelo direito e o afastamento de  Adriano por cinco meses. Ele chorou, demorou para contar à mãe e tenta esquecer o sofrimento. Perdeu a chance de, pelo menos uma vez na vida, marcar Messi. Seria, uma vez mais, um coadjuvante, mas de Messi, o que é diferente. O que lhe permitiia ter um dia de heroi. Poderia lhe dar a chance de estar, assim como Pelé, Coutinho, Robinho, Diego, Ganso e Neymar, imortalizado naqueles fantásticos quadros formados por ladrilhos que ornamentam a Vila.

Em seu lugar, deve jogar Elano. Esse, Messi conhece. Pode até achar que ficará mais difícil. Engano do gênio argentino.

Via Blog do Menon.

Vídeo da coletiva em que todos são avisados sobre a lesão do Adriano.

Coletiva de imprensa sobre a lesão do jogador Adriano

E para finalizar, fica aqui minha torcida, minha prece pela recuperação do nosso Pitt Bull.

#ForçaAdrianoPagode

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Pensamento #1

É tão bom ser você mesmo sem precisar vestir uma máscara e as pessoas te elogiarem por isso. E melhor: gostarem de ti por isso.
Não digo que gosto de futebol, games, animes e RPG (o jogo kct, não o tratamento) para agradar homem nenhum. Quem me conhece sabe que amo isso desde pequena.
Não vou deixar de fazer uma tiração de sarro porque alguém sem humor vai achar ruim. Não vou deixar de falar palavrão pq sou “mulher, meiga, doce”. Não vou usar um decote para agradar ninguém e nem largar meu tênis porque mulher usar salto. Não vou pintar minha cara porque mulher de maquiagem é bonita. Sou bonita sem maquiagem, desculpa ;).
To aqui para fazer as pessoas rirem. Não quero que gostem de mim, apenas me respeitem.
Apenas me aceitem como sou.
Não gosta de como eu sou? Foda-se. Não vou mudar e vestir uma máscara só por isso.

 

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(8) Mal acostumado, você me deixou…

… mal acostumado em ser ganhador (8)

Mais uma rodada do Brasileirão 2011, mais uma vitória do Santos Futebol Clube. A quarta seguida.

 

De olho no Mundial daqui um  mês no Japão, o Santos (Muricy, né) foi inteligente e mandou só os reservas para o Castelão, até o técnico era reserva! Olhando os titulares, eu tive medo, muito medo. Afinal, um time que tenha Possebon, Ibson e Diogo jogando junto e ao mesmo tempo, não se espera nada a não ser um time com 8 jogadores em campo. Mas a sorte do time do litoral paulista é que esses oito jogadores jogaram contra os 11 do Ceará e ganharam.

O Santos começou com velocidade e logo no começo do jogo abriu o placar com uma cabeçada do zagueiro Bruno Aguiar. O mesmo Bruno Aguiar foi o nome da partida: fez dois gols e um pênalti. Aliás, o segundo gol foi um puta golaço: chutão de fora da área. O segundo gol do Ceará foi muito besta. Prefiro nem comentar. Cornetei o Aranha e ele me ouviu. Tanto que pegou o segundo pênalti (mal marcado) do Ceará e não deixou mais a bola entrar. E para fechar com chave de ouro, o gol da virada mais imprevisto de todos os tempos: DIOGO! Sim, Diogo. Aquele atacante bonitinho que não sabe jogar bola.  E ainda bateu de primeira e ACERTOU! Ok… tá tudo errado nesse jogo. Mas voltamos lá de riba com mais 3 pontos na conta.

Uma pena estarmos no fim do campeonato e termos o melhor time do Brasil. A consequência disso é ter meio time escalado para amistosos sem noção que o Mano “Corinthians” Menezes marca e com isso, o time não teve uma formação certa durante boas e longas rodadas do Brasileiro, deixando os pseudo jornalistas e comentaristas de futebol se perguntarem se o Santos cairia para a Série B. Mas o que eles não sabem é que time grande não cai. Para variar somos o time mais duvidado do Brasil e, consequentemente, o time que mais prova que todos estão errados. Não é à toa que um dos nossos lemas é “Santos contra tudo e contra todos”. E o Heleno, volante do Ceará, mostrou isso.

O jogador assumiu que o time do Ceará menosprezou o time B do Santos, afinal, não tinha Ganso, Neymar, Rafael, Borges, Danilo… apenas alguns “desconhecidos”. Mas o erro dos jogadores foi esquecer que mesmo sendo reservas, esses “desconhecidos” treinam todos os dias com o time titular do Santos. Vinicius Simon, por exemplo, tem a missão diária de parar o Neymar, vulgo “Melhor do Mundo”. Ou seja, os reservas do Santos treinam para parar Messi e companhia. Vocês não acharam que seria difícil para o Ceará? O treinamento é dado de igual para igual. Óbvio que tem os que se destacam mais e viram titulares, mas isso não significa que sejam ruins, afinal eles treinam com o melhor técnico do Brasil: Muricy Ramalho.

E quinta feira o Santos pega o Atlético Goiano no Pacaembu. E quero toda a torcida da Capital presente e, se puder, a de Santos também. Vamos continuar incentivando nosso time! Estamos há 10 pontos dos líderes. Não seremos campeões, mas podemos acabar o campeonato em um posição melhor que os último 3 anos (2008 – 16º, 2009 – 14º e 2010 acho que foi 11º). Estamos em 8º!

Agora fiquem com os melhores momentos do jogo:

 

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Dia do Fico – #3

Dia 09 de novembro entrou para a história do Santos Futebol Clube, um time do litoral paulista, considerados por muitos, um time pequeno e sem expressão. Sem expressão? Não foi o que vimos ontem.

Todos tem conhecimento que o jogador Neymar, atacante do Santos, já foi vendido inúmeras vezes para a Europa por jornalistas que não merecem ser chamados como tal por sua enorme falta de ética. Sim, pois em momento algum o jogador Neymar sequer fechou um tipo de pré contrato ou disse que iria para a Europa. Nem ele, nem seu pai e muito menos o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira, o qual era o único a dar o tal acerto com Real Madrid ou Barcelona como certo. Mas mesmo assim, essas pessoas que se dizem jornalistas e comentaristas de futebol, insistiam que o Neymar fora vendido para o Real Madrid, inclusive que não sei quem estava no Brasil para pagar a primeira parcela do craque.

E qual é a surpresa dos pseudos jornalistas quando Laor (como é chamado o presidente do Santos), anuncia uma coletiva “surpresa” para falar do maior craque brasileiro da atualidade. A coletiva teve início às 15h de quarta e repercutiu em questões de segundos para todo o planeta. Sim, pois o mundo todo está de olho no Neymar da Silva Santos Junior.

O tema da coletiva? “Neymar fica no Santos até 2014”!

Sim caros amigos. Neymar não vai pro Real Madrid, Barcelona ou Chelsea. Pela terceira vez, Neymar quis ficar no Santos. Sim, o “Monstro” que fez a escolha e não dirigentes, empresários ou o pai dele. Neymar quis ficar e ele ficou. E claro irritou todos o jornalistas que deram como “certeza absoluta” de que iria para a Europa depois das Olimpíadas. E óbvio os dirigentes do Real Madrid, Barcelona e de todos que tentaram tirar a Jóia do Santos.

Mas para os santistas e amantes de futebol, essa foi uma notícia que vai entrar para a história: um time que diz não para rios de dinheiro porque pensa no Amor dos torcedores pelo time e no futebol do próprio país e que não “puxa saco” de time Europeu como vemos MUITOS fazerem por aí. O Santos segurou o Neymar visando também o sucesso do futebol brasileiro. Como disse Luís Álvaro na coletiva:

– Não queremos mais ser exportadores de matéria prima para os europeus.

E ainda completou:

– Há alguns jornalistas, eu sugeriria a reflexão de que deveriam revisar melhor suas fontes. Neymar fica até a Copa de 2014.

E mesmo com a afirmação do Neymar de que:

– Fico pela torcida, por amar jogar no Santos e pela felicidade de estar no meu país

Ainda há muitos jornalistas, dirigentes e torcedores duvidando que ele fique até 2014. Então Santos, mais um Desafio Aceito?

Já desafiaram o Santos inúmeras vezes. Seja para ganhar o Paulista 2010 (“golear é fácil, quero ver ganhar título”) ou para conquistar a Libertadores (“vocês não passam nem da primeira fase”). Mais um desafio é mais do que natural para o time, dirigentes, jogadores e, claro a torcida.

E, como torcedora do Santos Futebol Clube, deixo aqui meu recado para o Luís Álvaro, Neymar e jogadores:

Obrigado por esses dois últimos anos! Todos nós estamos crescendo cada vez mais, não só com os quatro títulos conquistados, mas segurando jogadores, colocando novas promessas em campo e o principal: deixando o futebol brasileiro bonito! E desejo que ele volte a ser o melhor futebol do mundo e que os jogadores parem de sair daqui. Pelo contrário, briguem para jogar no Brasil!

Porque só existe um país do futebol e ele se chama BRASIL!

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Aprendendo a Seduzir

Aprendendo a Seduzir / Educating Caroline - Patricia Cabot

Faz tempo que não atualizo minhas resenhas de livros, mas não é porque eu não to lendo. Pelo contrário! To lendo pelos ouvidos! Já li uns 15 livros desde o “Cidade dos Ossos/Cinzas” (mas não terminei o Cidade de Vidro). Peguei a Meg Cabot pra ler e li a Série Mediadora toda (falta só o último) e os da Patricia Cabot (falta 1 e 2/3 – to terminando esse último).

Nome: Aprendendo a Seduzir
Autor: Patricia Cabot
Lançamento: 2010
ISBN 9788576655091
Páginas: 368

 

Esse livro me chamou a atenção não só por ser escrito pela Meg Cabot (ela assinava seus primeiros livros com esse nome), mas pelo título original ser “Educating Caroline”. E como toda Caroline, eu tinha que ler um livro em que a personagem principal tinha meu nome.

O livro conta a história de uma jovem que está noiva de um Marquês. Porém, em um baile, ela o flagra com sua amante, mas para a época (Inglaterrsa do século XIX), essas escapulidas masculinas eram perfeitamente normais. Então Lady Caroline resolve aprender a ser uma amante para seduzir o jovem Hurst, marquês de Winchealse. E para isso, ela pede ajuda do “novo rico”, o libertino Bradon Granville, o qual está comprometido com Lady Jacqueline, amante do noivo da jovem Caroline.

Porém, ela não imaginava que iria se apaixonar pelo “professor”. E ele por ela.

 

No começo, eu não tinha lido a contracapa para saber sobre esse negócio de traição e fiquei puta com o livro. E como tinha acabado de ler “Pode Beijar a Noiva” (também da Patricia Cabot), tava com muitos nomes de duques na cabeça e ainda encantada com a história do outro livro. Então demorei a engatar esse. Mas quando engatei, não parei mais! Li ele em praticamente 4 dias (só demorei por causa do trabalho e também para o livro durar mais que dois dias “virgem”).

Não vou negar que no começo, dá vontade de socar as madames do século XIX por aceitarem a traição e de dar um chocoalhão na Lady Caroline para ela largar de vez do marquês Hurst. Mas a partir do momento que começam as aulas, o livro esquenta. E esquenta muito! Consegui sentir as sensações de ambos os personagens (Caroline e Granville) conforme a autora narrava a história. Inclusive os frios na barriga, o aperto no coração, enfim, tudo que eles sentiam, eu sentia junto.

No meio do livro tem um enredo “por fora” que conta como Lady Caroline ficou noiva. Eu “adivinhei” até que rápido os segredos dessa história paralela, a qual é muito boa. E o que me surpreendeu foi a narração da Patricia Cabot nas cenas mais quentes entre os personagens.

Recomendo para todos que gostem de romance e de história de época. Como eu adoro ambos, posso litar esse livro como um dos meus preferidos (aliás, to listando todos ¬¬’)

“O amor doía.
O que doía mais que tudo era que ele sabia que, embora muitas vezes tivesse dito a si mesmo que era melhor ele ir embora – que se ela não podia confiar nele agora, jamais poderia -, isso não era verdade. Não era melhor ficar sem ela. Ele precisava dela. Precisava de sua bondade, sua franqueza, seu humor, sua humanidade. Maldição! Precisava dela. Precisava senti-la perto dele, sentir seu calor, seu perfume…”

Quem se interessou, pode adquirir o livro aqui.

 

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