Não contavam com minha astúcia!

Ainda farei (ou acho que farei) meu post sobre a goleada do Santos ontem pela Libertadores. Mas antes, vou dar uma kibada no grande @mauromcfly e vou reproduzir o texto do Blogorioso aqui. Mais como uma forma de backup segura do que para alguém ler.

Em uma partida como a de ontem, ainda mais se tratando de Libertadores, os primeiros 15 minutos não foram nada além do esperado: pressão do adversário que jogava em casa e precisava do resultado.

Passado o sufoco inicial, cabia ao Santos colocar a bola no chão, encaixar seu jogo e explorar os contra-ataques. O que na teoria era simples, na prática a ausência de Elano, o cansaço e as condições do gramado não ajudaram.

Além do locutor do estádio gritando nos alto-falantes, sirene de presídio tocando a cada escanteio, o Santos tinha dificuldade em ligar a defesa ao ataque tendo dois volantes plantados (Arouca e Adriano), e os laterais (Léo e Jonathan) atarefados demais com a correria dos mexicanos.

Nem a entrada de Bruno Aguiar (repetindo a alteração contra o São Paulo) no lugar do “Seu Jaiminho”, Zé Eduardo, que parecia querer evitar a fadiga, deu resultado. Com isso, para o torcedor, além dos 15 minutos iniciais de “ai meu Deus do céu!”, eram previstos mais 15 finais de “P#$@&*% eu vou enfartar!” – Isso é Libertadores, meu filho!

Aí meu amigo, quando não vai na técnica, ou na tática, vai na raça! – Durval, novamente o “Lampião da Vila” – Léo, o “Guerreiro” de sempre – Arouca, que saiu machucado, o “Monstro” – Adriano, o “Pagode”, até sombreiro em mexicano deu – E, Rafael, “São Rafael”, o “Muro”, a “Parede”, a “Muralha”, o “Muro com Arame Farpado”, o “Muro Eletrificado”, o “Nome do Jogo”, fez verdadeiros milagres em terras de Nossa Senhora de Guadalupe.

Rafael pegou tudo e mais um pouco. Jogou com a trave ao seu lado, com a sorte, com a fé que tem no Homem lá de cima, e o melhor, vestindo o manto sagrado. Que, até então, não tinha o costume de revelar grandes goleiros.

Se me permite um trocadilho com o mais famoso super-herói mexicano, parecia até que todos os movimentos dele eram friamente calculados. E como se quisesse mandar um recado aos santistas no Brasil, Rafael apontava pro céu e dizia: palma, palma, não priemos cânico!

Parabéns pelo texto McFly! Aliás, ontem você estava impecável no twitter! Acho que dei RT em todos os tuites!

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Arquivado em Futebol, Santos Futebol Clube

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